π„π—π‚π‹π”π’πˆπ•πŽ: ππ€π“π‘πŽπ€ 𝐃𝐄𝐒𝐏𝐑𝐄𝐙𝐀 π„πŒππ‘π„π†π€πƒπ€ 𝐐𝐔𝐄 π“π‘π€ππ€π‹π‡πŽπ” πŸπŸ’ π€ππŽπ’ 𝐏𝐀𝐑𝐀 𝐄𝐋𝐀

 


π„π—π‚π‹π”π’πˆπ•πŽ: ππ€π“π‘πŽπ€ 𝐃𝐄𝐒𝐏𝐑𝐄𝐙𝐀 π„πŒππ‘π„π†π€πƒπ€ 𝐐𝐔𝐄 π“π‘π€ππ€π‹π‡πŽπ” πŸπŸ’ π€ππŽπ’ 𝐏𝐀𝐑𝐀 𝐄𝐋𝐀


Senhora que trabalhou 14 anos como empregada domΓ©stica numa residΓͺncia aqui na capital, Maputo, sofre hoje, desprezo da patroa.


Desde junho do ano em curso, a senhora nΓ£o Γ© paga seu salΓ‘rio, vive de promessas enquanto a fome e o desespero tomam conta de sua vida e da famΓ­lia.


Neste mΓͺs, tentou fazer entender a senhora que por falta de salΓ‘rio, as coisas estΓ£o complicadas em casa. Mas, a patroa, nΓ£o sentiu-se sensibilizada e disse para ela com todas letras, "eu tambΓ©m tenho os meus problemas, nΓ£o tenho dinheiro para pagar, ou queres que faΓ§a milagres? VΓ‘ para sua casa".


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