CHACHINE SOA O ALARME! “PRM ESTÁ DESFALCADA SEM O SERNIC” — MINISTRO DO INTERIOR PEDE NOVA LEI URGENTE PARA TAPAR O VAZIO NA INVESTIGAÇÃO
O Ministro do Interior, Pascoal Ronda Chachine, lançou uma revelação preocupante que já está a gerar debates intensos dentro e fora das instituições de segurança: a Polícia da República de Moçambique (PRM) ficou “desfalcada” desde que o Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC) foi retirado da corporação.
Segundo Chachine, a retirada do SERNIC criou um vazio estrutural profundo na área de investigação criminal, deixando a PRM fragilizada e com menos capacidade de resposta em casos que exigem técnicas avançadas de apuramento, análise e detecção.
🔎 Vazio crítico na investigação
O ministro reconhece que a PRM continua a ser a linha da frente na segurança pública, mas afirma que não pode funcionar plenamente sem uma estrutura sólida de investigação criminal integrada. Para ele, o actual modelo separou funções essenciais que antes se complementavam, criando dificuldades operacionais, atrasos nos processos e perda de eficiência no combate ao crime organizado.
📘 Chachine defende criação de uma lei própria para a PRM
Para resolver este cenário, Chachine defende a elaboração urgente de uma lei específica e moderna para a PRM, capaz de redefinir competências, reforçar o corpo policial e reestruturar os mecanismos de investigação interna.
A nova lei deverá:
Estabelecer uma estrutura própria de investigação dentro da PRM;
Definir claramente os limites e interligação entre PRM e SERNIC;
Garantir que crimes complexos não fiquem dependentes de processos fragmentados;
Reforçar o profissionalismo e autonomia da polícia;
Preencher lacunas deixadas pela separação institucional.
🚨 Especialistas reagem
Analistas de segurança consideram que a posição do ministro confirma o que vinha sendo sentido há anos: a falta de sinergia entre PRM e SERNIC criou uma espécie de “dupla cabeça” no sector da investigação, com prejuízos para o combate ao crime violento, económico e transnacional.
🔥 E agora?
O pronunciamento de Chachine coloca pressão sobre o Governo e o Parlamento, que poderão ser chamados a aprovar uma nova legislação que redefina o futuro da PRM. Uma mudança que, segundo o ministro, não é apenas necessária — é urgente para garantir uma polícia mais eficiente, moderna e capaz de responder aos desafios actuais da criminalidade.

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